sábado, 8 de Agosto de 2009

Libelinhas!







quinta-feira, 30 de Julho de 2009

Momentos de luta!

É nos momentos de luta que a felicidade se escura.
Quando se percorrem caminhos de forma dura.
Impelidos pela insatisfação que leva à procura,
através do desconhecido numa aventura.

Enfrentando os desafios, o desbravamento,
será no fim recordado como o melhor momento.

Conquistada a euforia de alcançar o topo,
a vitória é doce o êxtase é louco!
Mas a glória é efémera e têm um preço alto:
Passadas as nuvens e o pico atingido,
olhando em volta só existe o vazio…

quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Sou de fases!

Perguntas porque não falo.
O que foi que mudou?
Estou frio! Estou zangado?
Não estou!

Apenas estou sem vontade
Não tem a ver com o que fazes
Não me sinto nem metade
Como a Lua, sou de fases…

domingo, 28 de Junho de 2009

Cinzenta!


Primeiras fotos da Nikon!

Passeio no Campo! Estreia da Nikon ( Ainda estou a aprender a trabalhar com ela...).




Espero que gostem e comentem!

quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Vâ Vida!

Vã vida que te esvaís por entre os dedos.
Me enches os dias com medos
Fazes-me sentir tão pequeno!

Ténue a fronteira da vida!
Uma longa subida,
seguida de um precipício,
onde não sabemos o início.
Em que só terá asas,quem deixa obra presente.

Todos outros são efémeros!
Se não criamos enquanto vivemos,
assim merecemos!

Como um rio que corre para a Foz,
e ao chegar também morre.
Se apenas correu perdido,
será esquecido e ignorado.
Se o seu dever foi cumprido.
Espalhou vida e fertilidade.
Será consagrado e lembrado!
Viverá na eternidade!

terça-feira, 2 de Junho de 2009

Hoje não vou para casa!!


Hoje não vou para casa!
Não me vou sentar no sofá acomodado.
Atrás das grades da TV. e do PC,
a ver a vida em vez de a viver.

Vou abrir as asas e vou por aí,
como as andorinhas aos assobios .
Aproveitar o dia que ainda brilha.
Há sempre tempo para descobrir novos vales e rios.

Vale sempre a pena ir,
mesmo sem Norte,
Procurar a inspiração.

Mais vale tentar a sorte;
e não encontrar
Que ficar à espera da morte
Sem nunca sequer tentar.








Imagem retirada do Google.

segunda-feira, 18 de Maio de 2009

O fim do dia!



O fim do dia, tem uma certa magia.
Tudo é tão sereno, quando a tarde cai
E o dia, por fim repousa.
O rio, anda lento,
como se se dirigisse para a cama,
em passo sonolento.
As andorinhas despedem-se,
com voos picados e lamentos.
As estrelas já vão povoando o céu.
E o silêncio anuncia-se!
É hora dos nocturnos despertarem!

terça-feira, 12 de Maio de 2009

Foges-me Juventude.

Esfumaças-te!
Como um fugaz nuvem,
dissipada pelo vento.
E hoje, consomes-me o pensamento

Deixas-me pouco a pouco.
Levas contigo a beleza,
meus dentes e meu cabelo.
Deixas-me as rugas e as mazelas.
Não podias ir com elas?

Os dias correm e os anos voam.
E tu, foges a passo de velocista,
Arrastas-me até aos trintas,
sem que te ponha a vista.
Também vou na pista,
E tu, cada vez mais, sprintas.
E comigo brincas.
Quando o meu destino pintas,
são as incertezas as tintas.
Enfrento os dias, mais velho e feio.
Essa vontade de partir, de onde veio?

Vais como as águas do rio,
que se apressam para a foz.
Para no fim ter descanso.
Será destino de todos nós.

Vais-me roubando a vida.
E pouco a pouco vou morrendo.
É assim a vida, não há outra saída.
Mesmo com sorte,
todos caminhamos para a morte.

sexta-feira, 6 de Março de 2009

Perdi-te para me encontrar!

Os nossos destinos separam-se como artérias ao longo do corpo,
sempre em sentido oposto ao coração.
Tal como o sangue que corre em nós,
Também a vida tem sentido único, sem inversão.

Para não me perder, perdi-te, para sempre.
Perdi-te para encontrar o meu caminho
E sem um beijo de despedida,
foi cada um à sua vida.

Agora que foste, liberta-me a alma!
Desvanece-te miragem!
És apenas uma doce estória,
que vou guardar na memória.

Um dia de fúria!


Revoltado prossegues,
Arrastando cadáveres que exibes.

Invades terrenos que não te pertencem.
Impérios terrestres desabam a teus pés!
Removendo o apoio de construções,
cobardemente derrubas muros.
Quebras o pacto de confiança
quando ocupas hortas e quintais.
E arrancas pela raiz os filhos que alimentavas.

Vergas canas e arbustos com o teu poder.
Curvam-se à tua passagem,
como se prestassem vassalagem

Na cólera, misturas a tua pureza com terra.
E permites que água e solo,
Mãe e Pai da Vida,
se transformem em lama e destruição.

Fortes árvores esqueléticas permanecem.
Com seus ramos pendurados que mergulham,
desafiam e resistem.
Mas não te sustêm…

Com pressa e fúria, avanças e destróis
Massacras e móis

Mas se nós seres humanos,
Que nada criamos;
Só destruímos e fazemos danos.
Por tão pouco nos irritamos.

Quem te pode censurar,
A ti, que tens o poder de apagar montanhas
Mas crias vivos vales.
Por hoje estares assim,
Danado com os teus males.

terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Regresso às origens.


Volto aos sítios onde cresci
Mas já não lhes pertenço,
nem eles a mim.
Embora pareçam iguais!
Mudaram como eu mudei.

Recordo com nostalgia,
Que os via com outra magia.
Hoje, são sonhos esquecidos
Que deixei, quando acordei
Para a adulta realidade.

Hoje,
Voltar lá, é sonhar
Sonhar, é voltar lá…

terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Versos à pressa


Não escrevo versos à pressa
Por dever ou por promessa.
Não me interessa,
prazos e pressões para escrever,
Obrigações de completar uma remessa
Qual obra esperando ser impressa.

Escrevo somente por prazer!
Escrevo por sentir a vida com intensidade!
Escrevo porque tenho vontade!

sábado, 20 de Dezembro de 2008

Num dia de Sol no Inveno

Num dia de Sol no Inverno

Vou por entre as árvores despidas,
cheias de sons e movimentos,
de passarinhos contentes com a vida,
que pululam e chilreiam,
em alegres momentos.

Até o Liz,
que carrega os pecados dos homens,
hoje brilha,e corre feliz,
flúi em águas rasteiras,
reflectindo o céu e as nuvens.

Neste dia, em tudo o que contemplo,
vejo sorridentes paisagens.
Serão mesmo reais?
Ou imaginárias miragens?

Voltei a ter vontade,
de esvaziar as ideias em papel!
Havia de ser eterno,
o sentimento que me trouxe este dia de Inverno

sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Vagueio por um café.

Enquanto espero pela hora de um café
Vagueio pela cidade a pé

Vagueio pela baixa de Leiria
Entre a gente apressada
Sigo pela noite fria
sempre tranquila passada

Vagueio ao longo do Liz,
Contemplo as águas com calma
Gozando o frio que me gela as mãos e o nariz
Mas que me aquece a alma.

Vagueio pelos minutos e horas,
Até à hora marcada.
Tomo rumo, sem demora
A minha presença já é esperada.